quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Ovnis na Lua

A Lua, conhecida como nosso satélite natural esteve sempre ligada desde tempos longínquos ao esoterismo e a várias mitologias despertando assim a curiosidade do Homem. Nos dias de hoje a Lua passou também a estar ligada á Ovnilogia devido aos inumeros avistamentos e filmagens feitos pelos vários astronautas que a visitaram. Também a orla da Terra está cercada de mistérios.
Foram filmados vários objectos estranhos a sobrevoarem a atmosfera terrestre.

Esses objectos geralmente são explicados pela NASA que diz serem partículas de gelo que flutuam no espaço.

O estranho é que essas partículas aparecem nos vídeos a fazerem mudanças de direcção súbitas de 45º, a entrarem e a saírem da atmosfera, e a ficarem imobilizadas, entre outros movimentos estranhos (para partículas de gelo).

Desde que os primeiros astronautas iniciaram a exploração espacial, desde as primeiras experiências fora da atmosfera terrestre, desde as primeiras tentativas para alcançar a Lua, que há registos de avistamentos de objectos estranhos, sobretudo de forma esférica, em volta da órbita da Terra.



Somente alguns astronautas como Gordon Cooper e Edgar Mitchell tiveram a coragem de transgredir parcialmente essa proibição e as suas declarações evidenciam o que realmente sabem.

No entanto, a veracidade dos factos não se limita às declarações de alguns astronautas. Há imagens, que serão somente uma pequena parte do que têm as Agências Espaciais e que comprovam essas declarações.

Segundo Edgar Mitchell, em Roswell terá mesmo caído um Ovni, e o governo americano tem em seu poder a tecnologia e os corpos dos alienígenas, assim como provas de que somos visitados.


As Agências Espaciais estão cientes disso, mas acobertam os factos. Com o passar do tempo, só um grupo muito restrito de pessoas veio a ter conhecimento da verdade. Convida por isso as pessoas que nos últimos 30 a 40 anos não puderam revelar o que sabiam, por ter feiro voto de silêncio, a falarem abertamente perante o Congresso. No seu entender chegou a hora de tornar pública esta realidade e ele e os seus colegas astronautas gostariam de colaborar nesse sentido.


Gordon Cooper corrobora as palavras de Mitchell e diz que o verdadeiro problema é autoridades não saberem como admitir que mentiram durante todos estes anos.


John Glenn – Chamou-lhes “Pirilampos”
E segundo outro astronauta, Scott Carpenter, por um tempo a NASA pensou tratar-se de organismos vivas. Nas 4 ou 5 missões seguintes, perante o mesmo tipo de fenómeno, era dito que estavam a avistar “os Pirilampos de John Glenn”.


Gordon Cooper – Um dos astronautas a bordo da Mercury original e o último americano a permanecer no espaço sozinho. Em 15 de Maio de 1963 partiu para o espaço a bordo da cápsula Mercury para uma jornada de 22 órbitas à volta da Terra. Comunicou com a estação de Muchea, perto da Austrália, que estava a avistar um objecto de luz esverdeada a brilhar e que rapidamente se aproximou da cápsula. Este objecto era real e sólido já que foi captado pelos radares de Muchea. Este avistamento foi relatado pela NBC, estação que estava encarregue de cobrir o voo passo a passo, mas assim que Cooper aterrou, os repórteres foram informados que não estavam autorizados a colocar qualquer questão relativa ao avistamento desse objecto.

O major Cooper acreditava na existência de Ovnis, dado que já tinha efectuado vários avistamentos, inclusivamente quando pilotava um F-86, sobre a Alemanha Ocidental.


A certa altura testemunhou na ONU que ” acreditava firmemente na existência de veículos extra-terrestres e que os seus ocupantes visitavam a Terra vindos de outros planetas. Em 1951 tinha tido a oportunidade de, durante dois dias, observar os seus voos, diferentes tamanhos a voar em formação, geralmente de este para oeste, sobre a Europa.”

Um dia, numa entrevista gravada que deu a J.L.Ferrando, Cooper afirmou:

“Durante muitos anos convivi com um segredo, num secretismo imposto a todos os especialistas em aeronáutica. Posso agora revelar, que todos os dias, nos EUA, os nossos instrumentos de radar captam objectos de forma e composição desconhecida para nós. Existem milhares de relatórios de testemunhas e uma grande quantidade de documentos que o provam, mas ninguém quer torná-los públicos. Porquê?

Porque as autoridades têm medo da opinião pública e do que poderiam pensar acerca de invasores horríveis. Por isso a palavra-chave é – Evitar o pânico a todos os custos.” E adianta ainda... “Além do mais, fui testemunha de um extraordinário fenómeno, aqui no planeta Terra, aconteceu na Florida, na Base de Edwards, há alguns meses. Vi com os meus próprios olhos uma área definida de terreno ser consumida pelas chamas, onde ficaram as marcas de 4 apoios de um objecto voador que posou no meio de um campo. Seres saíram dessa nave, recolheram algumas amostras de terreno, e rapidamente voltaram a entrar no aparelho desaparecendo a enorme velocidade...
Acontece que sei que as autoridades tudo fizeram para evitar que este incidente chegasse aos jornais ou à TV, temendo uma reacção de pânico da população.”



Ed White (1º americano a andar no espaço) e James Divitt – Em Junho de 1965, estes dois astronautas quando sobrevoavam o Hawai a bordo da Gemini, avistaram um estranho objecto metálico. O Ovni tinha longos “braços” no exterior. McDivitt tirou fotos que nunca foram tornadas públicas.



James Lovell e Frank Borman – Em Dezembro de 1965. A bordo da Gemini, durante a realização da segunda órbita do seu voo record de 14 dias, Borman relatou o avistamento de uma nave desconhecida a alguma distância da cápsula.
Em Cape Kennedy, a sala de controlo disse-lhe que o que eles estavam a ver era a fase final do rasto do seu foguetão Titan. Borman comunicou que também estava a ver o rasto do foguetão, mas que o que estava a avistar era algo completamente diferente.



Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin - A missão Apolo 11 em 21 de Julho de 1969, terá sido das transmissões mais seguidas pelo público em toda a História. Aparentemente o voo terá sempre sido acompanhado de perto por naves desconhecidas. Minutos depois dos 2 astronautas terem alunado detectaram outras naves no solo da Lua e informaram a base em Houston acerca disso.
Um dos astronautas refere uma luz numa cratera, durante a transmissão seguida de um pedido de esclarecimento por parte da sala de controlo. Nada mais se ouviu.
A emissão caiu. A NASA alegou dificuldades técnicas (muito compreensíveis) mas a realidade foi outra.
Houve, no entanto, fortuitamente um rádio amador que estava a captar e a gravar a conversa que se seguiu.

Otto Binder, ex-funcionário da NASA, confirmou mais tarde este incidente com um rádio amador.




Durante um Simpósio da NASA, um professor que pediu anonimato, interpelou Neil Armstrong para lhe perguntar o que realmente se tinha passado durante a missão da Apolo XI.

Armstrong disse que não podia entrar em detalhes, mas que tinham sido avisados para não ir à Lua e que uma Estação Espacial ou Cidade lunar estava fora de questão. Disse ainda que devia haver por lá uma base alienígena e que as naves deles eram enormes e muito superiores às Americanas em tamanho e tecnologia.


Quanto às outras missões posteriores à Apolo XI, só aconteceram porque a NASA já tinha assumido esse compromisso e não queria correr riscos de provocar o pânico na Terra, mas limitaram-se a ir e vir.


Segundo o Dr. Vladimir Azhazha, Neil Armstrong informou a sala de controlo que havia 2 enormes objectos a observá-los perto do módulo lunar, mas este mensagem nunca foi ouvida pelo público porque a NASA a censurou.
De acordo com o Dr. Aleksandr Kasantsev, Aldrin, ainda dentro do módulo lunar fez um filme a cores desses objectos e continuou a filmar mesmo depois de Armstrong ter saído. Aliás, ele mesmo confirmou esta história sem entrar em detalhes, mas admitindo que a CIA também estava por trás do acobertamento.



Joseph A.Walker – A 11 de Maio de 1962, este piloto da NASA disse que uma das suas tarefas a bordo dos vooos X-15, era detectar Ovnis.

Durante o seu voo record de 12 Abril de 1962, ao passar as 55 milhas de altitude, ele capturou em filme 5 ou 6 Ovnis. E esta foi a segunda vez que os conseguiu filmar.
Durante uma Palestra na 2ª Conferência Nacional de uso pacifico da pesquisa espacial em Seattle, Washington, ele afirmou : “ Não vou especular acerca dos Ovnis. Só sei o que é que apareceu em filme e foi revelado depois do voo.”
Até à data nenhuma dessas imagens foi tornada pública.



Maurice Chatelain – Ex-chefe dos Sistemas de Comunicação da NASA. Em 1979 confirmou que de facto Armstrong tinha relatado o avistamento de 2 Ovnis na borda de uma cratera. Chatelain acredita que alguns ovnis podem vir do nosso sistema solar – mais especificamente Titan.


Confirmou que o encontro tinha sido de conhecimento comum na NASA, mas que até essa data ninguém queria falar do assunto.

Disse ainda ”...todos os voos da Apolo e da Gemini foram seguidos, à distância e outras vezes de perto, por veículos espaciais de origem extra-terrestre- discos voadores ou Ovnis, se lhes quiserem dar esse nome. De cada vez que tal ocorria, os astronautas informavam a Missão de Controlo, que lhes ordenava absoluto silêncio.”



Walter Schirra – A bordo da Mercury 8, foi o 1º astronauta a usar o nome de código “Pai Natal” para indicar a presença de Ovnis perto das cápsulas espaciais. No entanto, estas declarações passavam completamente despercebidas do público em geral.



James Lovell – A bordo do módulo de comando da Apollo 8, quando este saiu por trás da Lua, disse, para toda a gente ouvir “FIQUEM SABENDO QUE O PAI NATAL EXISTE”. Mesmo tendo-se isto passado na Dia de Natal de 1968, houve muita gente que percebeu a mensagem escrita nas entrelinhas destas palavras.



O voo da Apolo 13, em Abril de 1970, foi marcado por incidentes que obrigaram os 3 tripulantes a interromper a missão e regressar à Terra. As causas nunca foram esclarecidas pela NASA, mas o cônsul italiano Alberto Perego, explicou que houve uma intervenção extra-terrestre.
Aparentemente a bordo da Apolo 13 seguia uma bomba nuclear cujo destino seria ser detonada na Lua. Esta informação foi confirmada recentemente pelo ex-Chefe de Comunicações da NASA, para esta missão, o Sr. Maurice Chatellain.


Parece que os alienígenas teriam já enviado mensagens através de contactistas (George Adamsky, etc) avisando claramente que se a exploração do espaço continuasse com fins diferentes da Paz e do Progresso de toda a Humanidade, eles interviriam drasticamente para atrapalhar o Homem.

Há fotos desta missão que demonstram grande quantidade de naves estranhas que acompanharam de perto a Apolo 13.

Foi aliás com a Apolo 13 que terminaram as missões tripuladas à Lua. Foram alegados problemas financeiros.
Nunca mais a NASA apresentou qualquer programa referente à Lua, só muito recentemente foi anunciado uma missão para 2018, embora ninguém tenha explicado o objectivo da missão e porquê só agora .



Desde 1960 até meados dos anos 80, não houve muitos registos de avistamentos a partir do solo. No entanto, com a chegada das câmaras de video portáteis, as “Camcorders”, esse número aumentou significativamente, passando de eventos raros a acontecimentos comuns.


Em 1991, os Mexicanos observavam um eclipse solar e vários Ovnis apareceram nos céus e foram registados em diversos filmes e fotos feitos independentemente e em locais diferentes, embora os cépticos achassem tratar-se apenas de planetas e estrelas que normalmente não estão visíveis. Aliás nos anos 90 foram registados mais avistamentos de Ovnis no México do que em qualquer outro país.


Relativamente a avistamentos, “ESFERA” foi o termo mais usado para descrever o que se via nos céus a partir do chão.
Dois meses após o eclipse solar, e da quantidade de objectos que foram avistados e registados no México, a tripulação do Vai-e-vem Discovery, a 15 de Setembro de 1991, grava diversos objectos esféricos que se movimentavam na órbita da Terra.

Nessa missão, além das várias esferas avistadas, houve uma situação em particular que atraiu a atenção dos investigadores. Um objecto aparece vindo de baixo, da horizonte da Terra, provavelmente andaria em órbita, a grande velocidade.
De repente, um flash luminoso é visto do lado esquerdo da imagem, abaixo do space shuttle. Muda repentinamente de direcção, num ângulo muito apertado e afasta-se para o espaço a alta velocidade. Nesse momento, vê-se claramente na imagem dois feixes de luz que se movem rapidamente da superfície da Terra, em direcção ao local onde se encontrava o objecto e teria acertado caso este tivesse continuado no mesmo rumo.


Posteriormente, uma análise rigorosa do vídeo mostra que a distância entre o Discovery e o horizonte da Terra era de 2’757 kms. A velocidade do objecto antes de se afastar para o espaço foi calculada em 87’000 kms p/hora (=Mach 73). Três segundos após o flash luminoso, quando o ovni muda repentinamente de direcção, acelera para o espaço a 340’000 kms/h (=Mach 285) em 2.2 segundos.
Esta aceleração corresponde a uma força de 14’000 G.


O flash luminoso e os feixes de luz que foram disparados em direcção ao espaço foram descritos pelos investigadores como uma tentativa de deter ou destruir o ovni.
O Dr. Hoagland (astrofísico) interpreta este incidente captado pela câmara do Discovery como um teste de armamento tipo “Star Wars”, contra um alvo que era o ovni. Os investigadores ovni preferem descrever o incidente como uma guerra ao estilo “star wars” contra uma nave extra-terrestre.


De qualquer das formas, a tecnologia utilizada é impressionante. Recentemente, investigadores da Nova Zelândia voltaram a analisar o vídeo, revendo o tempo real em que foi filmado. Concluíram que o incidente com o ovni foi registado sobre a Austrália e não sobre as Filipinas como se tinha pensado.
A trajectória do Discovery já tinha passado esse local e na altura sobrevoava Java. Na realidade, o primeiro desses feixes de luz terá vindo de Exmouth Bay, perto das instalações militares de North West Cape. O segundo terá vindo das instalações militares de Pine Gap, na Austrália central.



Esses objectos avistados foram explicados pela NASA como partículas de CRISTAIS DE GELO cuja movimentação era justificada pela libertação do jacto do próprio Space Shuttle.



Mas o Prof. Jack Kascher, um astrofísico do Observatório Estadual do Nebraska, após visualizar as imagens, afirma que pelo menos 5 desses objectos não são partículas ou cristais de gelo, mas sim naves controladas de forma inteligente de origem terrestre ou não terrestre!

Partículas de gelo não mudam de direcção com aquela velocidade, como se tivessem vontade própria. Além do mais, calculando que estivessem a uma distância do Discovery de cerca de 10 milhas, isso equivalia a dizer que o objecto maior teria acelerado dos 0 às 2’500 mph (4’023 km) em 1 segundo.



Este tipo de situações alertou a comunidade de pesquisadores de ovnis, assim como alguns cientistas e astrónomos, e levou-os a dar mais atenção às emissões transmitidas pela NASA.



O que apareceu nas imagens do STS-48, em 15 de Setembro de 1991, teria um profundo impacto em Martin Stubbs, levando-o a uma descoberta extraordinária, de que falaremos mais à frente.



Em 1996 houve 2 eventos notáveis :

1º - Em Agosto desse ano, a NASA anunciou ter encontrado uma prova fossilizada, num meteorito oriundo de Marte, descoberto 12 anos antes nos gelos da Antártida, que sugeria a existência de vida biológica nesse planeta, há biliões de anos atrás.

Embora ainda hoje, este comunicado não tenha sido aceite e ratificado por toda a Comunidade Científica, permitiu à NASA angariar com muito mais facilidade fundos para ambiciosas expedições a Marte.

2º . Três meses depois, a 1 de Dezembro de 1996, imagens tiradas pelos astronautas a bordo do STS-80, mostram claramente diversos objectos na órbita da Terra.
Por detrás de uma nuvem surge uma enorme esfera com aparência plasmática, a câmara do space shutlle foca e faz zoom em diversos objectos que se aglomeravam no horizonte da Terra. A dada altura, nessa missão, os astronautas apontam a câmara na direcção de S. Paulo-Brasil, como se estivessem à espera de ver algo. Esse algo ficou registado nas imagens. O que seria?



Graças a um astrónomo amador, L.Willie, as imagens da missão STS-84 da MIR foram divulgadas em todo o mundo. Próxima da estação espacial é avistado um objecto que se divide em dois, assim como várias esferas a rodear a MIR, entre outras imagens incríveis que vieram trazer ainda mais dúvidas. A NASA recusou-se a divulgá-las. Porquê?

Nos anos 90 tornou-se comum o uso de Parabólicas para captar emissões via satélite de várias estações de televisão. Houve também que se apercebesse, por acaso, que as poderia utilizar para captar as transmissões das missões espaciais para a sala de controle na Terra e vice-versa .
Foi o que aconteceu com Martin Stubbs, gerente de uma emissora de TV Cabo Canadiana, que a dada altura se apercebeu que conseguia captar com as antenas parabólicas da sua Estação em Vancouver, todas as transmissões que decorriam desde que a missão espacial levantava voo até à sua aterragem.
Durante 5 anos gravou, analisou exaustivamente e guardou todas as emissões espaciais do Space Shuttle e da MIR. Por exemplo, só da missão do Telescópio Hubble tem 36 k7 de 8h cada.


Apercebendo-se do que tinha em mãos e tendo analisado a situação, decidiu que as imagens que tinha gravado, estudado e o que tinha descoberto, deveria ser tornado público.

No verão de 1996, decidiu telefonar a Graham Birdsall, editor da revista UFO na Inglaterra e durante 45 minutos contou-lhe esta história extraordinária, de como tinha conseguido aceder às transmissões da NASA durante 5 anos, gravando as várias missões espaciais. Informou-o também que, no meio de todas essas gravações em seu poder, tinha conseguido descobrir algo extraordinário.


Provas palpáveis e inequívocas da existência no Espaço, de 2 formas de vida de origem não terrestre que interagiam com as sondas espaciais.
Para averiguar estas informações, em Agosto de 1996, Graham Birdsall decidiu enviar ao Canadá, Russel Callagham, a quem se juntou Brian Bohov, vindo da Austrália. Durante uma semana, analisaram horas sem conta de imagens da NASA e as implicações da descoberta ficaram à vista.


Além da presença de diversas esferas à volta das estações espaciais, em todas as missões, os olhos altamente treinados de Martin Stubbs, detectaram algo muito mais interessante e que mais tarde outros achariam espantoso.
Ao final dessa semana, os três chegaram a um acordo que garantia a divulgação pública mundial por meio de métodos que seriam conhecidos posteriormente.

Nas Transmissões Secretas da NASA (pois só foram tornadas públicas graças a Martin Stubbs) foram detectados 3 tipos de fenómenos espaciais.
Para Martins Stubbs, a classificação de fenómenos estaria basicamente agrupada da seguinte forma :

1º Fenómeno – Todos os fenómenos observados nos céus a partir do chão.


2º Fenómeno (1º em termos Espaciais) - Fenómeno esférico, que predomina, quer perto das estações espaciais, quer na órbita da Terra.


3º Fenómeno – (2º em termos espaciais) Virtualmente invisível ao olho humano, mas que quando captado com uma câmara digital, permite separar a imagem em frames e detectá-lo numa dessas frames. Para se avaliar o tipo de fenómeno, convém salientar que são 30 frames por segundo e por vezes ele só é visível numa dessas frames.
Procedeu então ao tratamento dessas imagens, esquadrinhando os 2 campos de cada frame para comprovar a sua presença. Fez a mesma experiência passando as imagens digitais para VHS, onde existem 60 frames por segundo e continuava a detectar o fenómeno.
Para ter mais uma prova de que não estava errado, gravou imagens ao vivo da CNN, da atracagem do STS-86 e STS-84 e continuou a detectar lá o 3º fenómeno.

Decidiu contactar alguns membros da Comunidade científica, físicos e astrofísicos e aqueles a quem conseguiu mostrar as imagens, deixou-os atónitos.

Contactou a NASA para expor a situação e mostrar o que tinha descoberto nas imagens. Conseguiu contactar o responsável pela missão do telescópio Hubble e visionou com ele as imagens. Enquanto observavam as esferas em evolução (Para a NASA todas as esferas não passam de cristais de gelo ou partículas de cristais de gelo, lixo espacial ou meteoros).
O senhor manteve-se impassível, ignorando as esferas. Mas quando lhe foi mostrado o 2º fenómeno, e lhe foi demonstrado que o mesmo tinha luz própria, quando se movendo mais lentamente, percebia-se a forma de 1 nave e quando se movia mais depressa só se via um rasto de luz.
O senhor ficou de tal forma irritado que se levantou e saiu da sala. Tentou mais tarde contactá-lo por telefone, mas a chamada foi cortada de imediato.


Contactou ainda com um Físico da Califórnia que analisou o fenómeno, tendo comunicado posteriormente com o Chefe do Labº Astrofísico da NASA.
Foram analisadas imagens do fenómeno esférico perto da Estação Espacial como a 500 kms de distância. Os contactos continuam a ritmo lento e sem percalços aparentes. Foi solicitado a Martin Stubbs que recolhesse o máximo de imagens possíveis, cobrindo todas as probabilidades. Foi entretanto dificultado o acesso às imagens dos satélites e missões da NASA.

No lançamento de um satélite de telecomunicações de (100 milhões de USD), é largada uma corrente eléctrica de 19 kms que controla as experiências . É observado o fenómeno esférico que segue o satélite, mas o próprio astronauta explica superficialmente a situação, dizendo que se tratava de lixo espacial.
Esse astronauta vai informando da progressão do lançamento e indica que a tal corrente já está a 160 kms de distância e com a câmara faz um zoom. Nessa altura, verifica-se a presença de várias esferas a trás e à frente da corrente.
Se essas esferas fossem cristais de gelo, equivalia a dizer que os mesmos tinham vários kms de diâmetro.

Outra situação que demonstra a atitude de desinformação da NASA e dos militares que participam nas missões espaciais, é um episódio passado na MIR.

Dois astronautas estão fora da estação espacial a executar tarefas, um militar ou outro civil. Transcrição do dialogo entre eles.

Diz o astronauta civil – “ Mark, tem 1 objecto mesmo à sua frente”
Inusitadamente o militar responde – “Não sei do que está a falar” e depois diz – “Deixa para lá”.

Um 3º astronauta que estava no interior da estação, pergunta :
-“Estou a perder alguma coisa?”

Respondem-lhe que deixaram cair o filtro da lente. Nesse momento, o objecto que só os 2 astronautas que estavam no exterior podiam ver, entra no campo de visão da câmara e é visto a passar pausadamente.

Entretanto ouve-se uma voz da sala de comando na Terra :
-“ Calem-se e continuem o que estavam a fazer “.



Noutra situação a bordo da MIR, os astronautas identificam o 3º fenómeno (segundo a escala de Martin Stubbs). Vêm as luzes e comentam entre eles e decidem perguntar à Sala de Controle o que é que era aquilo. Ao fim de muito tempo a única resposta que obtêm é –“Quais luzes?”.

Não percebendo de que fenómeno se trata, ignora-se o mesmo.

Mais recentemente, continuam as evidências e provas em filme e em imagens captados a partir de transmissões oficiais da NASA, mostrando que em quase todas, senão em todas missões espaciais são avistados objectos desconhecidos :

Em 2 de Março de 2002, durante a missão do STS-109, aquando da reparação do telescópio Hubble, na altura em que o telescópio se separa do braço do robot, é avistado um Ovni a piscar, que parece estar a alguma distância por trás do telescópio. O operador de câmara repara no intruso e rapidamente desvia a objectiva da câmara. Mas o Ovni era teimoso e fazia questão de se mostrar para a TV, por isso volta a entrar no campo de visão da câmara. O operador volta a desviar a objectiva, mas o objecto reaparece do outro lado do telescópio, onde não era possível evitar filmá-lo. Nesse instante a transmissão fica estática e a cena seguinte mostra a silenciosa sala de controlo em Houston. Não são feitos quaisquer comentários.

Durante a missão do Space Shuttle Atlantis – STS-37, um objecto metálico aparece na topo da imagem, dando uma volta rápida coloca-se em frente da câmara, movendo-se da esq. para a direita, para cima e para baixo). A Terra estava bem visível no horizonte.

Space-Shuttle Columbia – Imagens registadas por várias individualidades e inclusive pelo Laboratório de Pesquisa da F.A.Americana, estão a ser analisadas. Essas imagens mostram um enorme flash de luz avermelhado, para o qual não foi ainda encontrada uma justificação técnica ou cientifica. Estas imagens foram registadas durante a reentrada.

A estas estranhas descargas eléctricas ou flashes tipo relâmpago ou explosão de diferentes cores, foi dado o nome de “Red Sprites” e “Blue Jets”., e têm intrigado os cientistas, dado que não percebem a sua origem. Conseguiram, no entanto, perceber quanto ao fenómeno “Blue Jets” que a sua descarga se afasta da Terra, a partir de uma nuvem alta (tipo nuvem de tempestade) em direcção à ionosfera.
Quanto ao fenómeno “Red Sprites” parecem ter o sentido inverso, ou seja projectam-se de muito alto. (Será o mesmo 3º fenómeno descrito por Martin Stubbs?)

Os registos do Columbia foram enviados para a NASA para análise. Um perito do NOAA (National Oceanic ADN Atmospheric Organization) disse que a NASA lhes pediu que não discutissem publicamente os resultados. Mas há quem acredite na teoria que esses registos demonstram que terá sido um “Blue Jet” que acertou no Columbia.


Um perito de Física Atmosférica do Laboratório Nacional de Los Álamos, no Novo México, acha que não é provável que um fenómeno eléctrico tenha alguma coisa a ver com o acidente, mas também não descarta completamente a hipótese, pois acha que tem que ser estudada a interacção desse fenómeno com as naves espaciais.

Existe a possibilidade do fenómeno ter origem num defeito técnico da máquina digital que tirou a foto, mas o fabricante – Nikon – diz que não poderá haver essa especulação até ser analisada a máquina em questão e ver se haveria algum defeito.

Space-Shuttle Discovery – Missão STS-51 – A câmara a bordo capta um objecto esferico metálico, vindo da esquerda para a direita.

Em 1997, num Congresso de Ovniologia Brasileiro, um cosmonauta Russo (Ballandina) confirmou que viam objectos estranhos no espaço e quando isso acontecia, a melhor regra era olhar bem porque poderia não se ter hipótese de ver uma segunda vez. Afirmou ainda que a Agência Espacial Russa trocava imagens com a NASA e que as mesmas eram mostradas para análise a um grupo muito restrito e especial de estudiosos Ovni.

Há evidências que o lançamento dos Space shuttle com frequência crescente, tinham para além do objectivo científico, um fim bélico. Ficou claro que uma das metas era a chamada “activação do escudo estelar”, que com o fim da Guerra Fria , só pode ser explicado e justificado como sendo uma arma para desencorajar viajantes espaciais que se aproximem da Terra. Parece ficção científica , mas o facto é que a acção destas armas só é possível fora da atmosfera terrestre, devido à tecnologia dos projécteis de plasma que utilizam.
Segundo o astrofísico Jack Kascher (Univ. de Nebraska) é uma clara demonstração de hostilidade secretista praticada pelo governo americano contra essas civilizações.

Desde a Apollo 13 que a NASA se tem dedicado à exploração do sistema solar utilizando sondas automatizadas. No entanto, tanto as missões Russas como as Americanas ao planeta Marte, trouxeram mais evidências da existência de outras civilizações.

O desaparecimento misterioso de sondas enviadas a Marte e os vestígios de estranhas construções ou estruturas, e vestígios da presença de água em estado liquido há milhares de anos; estruturas regulares, aparentemente artificiais detectadas em algumas Luas de Júpiter, veio disseminar a ideia de que não estamos sós no Universo.

Numa das missões da sonda Galileu, foram identificados 2 enormes objectos orbitando o maior planeta do sistema solar. Na passagem seguinte da sonda por aquele hemisfério as naves já tinham desaparecido, dando força à teoria da sua origem ser artificial.

Os rumores persistem....

Segundo Donna Tietze Hare, antiga funcionária da NASA, técnica especializada de tratamento fotográfico, profissional de alto gabarito, várias vezes premiada e distinguida com galardões a nível aeronáutico e espacial ( pelo Projecto Apollo em 1969, em 1973 pelo SkyLab, cem 1994 com recomendações honrosas do Governador do Texas).
Durante mais de 15 anos trabalhou como técnica no Programa espacial, desenhou mapas lunares, locais de alunagem, tratou slides e fotos. Trabalhou nos Manuais de Voo dos astronautas. Ou seja passaram-lhe pelas mãos todo o tipo de imagens e tinha possibilidade de ir a áreas restritas.

Saiu da NASA quando começou o programa dos Space Shuttles.
Em 1995, foi entrevistada num programa de rádio que tinha lugar todos os sábados à noite, intitulado “UFOs Saturday Night”, da Estação de Rádio de Washington D.C. , e onde estavam outros convidados ilustres e confirmou que havia manipulação e omissão nas fotos comprometedoras.
Conta um episódio, durante a missão Apollo, em que estava numa das áreas de revelação restritas, conversando com um outro técnico e que ele lhe mostrou fotos onde era visível um objecto oval, muito branco como se fosse um ponto deixado pelo liquido de emulsão.

Ele explicou-lhe que não poderia ser isso porque as manchas de liquido não deixam círculos redondos nem manchas. Nessa imagem eram visíveis alguns pinheiros, era não pudesse saber onde era já que a foto tinha sido tirada muito perto do chão e não se viam os contornos do continente. Perguntou ao colega se era um Ovni. Ele disse-lhe que não sabia o que era, mas que tinha que o apagar da imagem antes se serem publicadas as fotos.

Conta outro episódio, passado com um colega, um guarda com quem namorava e que estava de quarentena juntamente com os astronautas que tinham regressado da Lua. Perguntou-lhe uma vez se ele sabia alguma coisa sobre discos voadores e objectos estranhos que apareciam nas fotos de satélite.
Ele respondeu-lhe que todos os astronautas em todas as missões que já se tinham realizado, tinham avistado estranhos objectos, naves e esferas. Mas que todos eles tinham sido avisados para não revelar nada.
Eram ameaçados com ida para a cadeia ou perder todos os direitos à reforma, tudo lhes seria retirado. Disse-lhe ainda que se alguma vez ela revelasse o que lhe tinha dito, ele negaria tudo e nunca admitiria o que lhe tinha acabado de contar.

Outro dos episódios que conta , já depois de ter saído da NASA, é de um antigo guarda da NASA que por acaso foi ao escritório dela e lhe contou que enquanto lá trabalhava queimava muitas fotos. Disse-lhe que uma vez perdeu mais tempo a olhar para uma foto antes de a queimar. Um fulano tipo militar que o estava a vigiar, reparou que ele estava a ver a foto e bateu-lhe com o bastão na cabeça, deixando-o inconsciente.

O que havia nessa foto que era bastante nítida, era um Objecto em forma de disco, muito amachucado e que parecia que tinha ardido. Via-se gado nessa foto e todo com a cauda espetada para cima.

Donna disse ter conhecimento que na Missão Apolo 13, os astronautas tinham tido ajuda extra terrestre para regressar à Terra. E que esses mesmos ET não tinham permitido que alunassem no local previsto e tinham avisado para não se voltar lá, sobretudo ao lado oculto da Lua.

Clark McClelland – Trabalhou na NASA durante mais de 30 anos. Em Cap Canaveral e no Kennedy Space Center na Florida. Durante todos esses anos, ele afirma ter evidências que provam a quantidade de vezes em que oficiais e funcionários da NASA foram sujeitos a inexplicáveis e por vezes alarmantes incidentes com Ovnis. Se o que ele diz for verdade, será provavelmente uma das mais importantes testemunhas de que o fenómeno existe.

Segundo ele, numa conversa que teve com Werner von Braun, ficou a saber que tanto ele como o Tenente Philip Corso, confirmam a queda de uma nave de origem desconhecida, perto de Roswell, em 1947.

McClelland era um funcionário apreciado e conceituado que trabalhou em várias missões, Apollo, Mercury, Mísseis Persching . Por algum motivo foi despedido da NASA em 1992. Desde então nunca mais consegui arranjar emprego na àrea aeronáutica, o que é estranho para quem conhece as suas capacidades profissionais. Aliás ele próprio afirma que um dos motivos que o levou a divulgar o que sabia sobre ovnis e missões espaciais, foi ter-se sentido atraiçoado e perseguido pela NASA.

Na sua opinião a NASA, USAF, PENTÁGONO, CASA BRANCA, NSA, etc. Estão todos determinados em esconder do público o que se passa durante as missões espaciais no que toca a estranhos objectos e eventuais contactos.


Todas estas situações e a polémica que se começou a gerar em torno das missões espaciais, contribuíram significativamente para a decisão drástica da NASA, de evitar ao máximo ou não permitir transmissões em directo do espaço.


ANEXO:

SETI – Faz buscas até 70 milhões de kms da Terra mas que até agora falharam. Até 1997, apenas 100 sinais poderiam encaixar na categoria de “origem artificial”. O grande problema é que esses sinais não foram localizados uma 2ª vez, permitindo confirmar a existência e localização do sinal, não podendo, por isso, constituir prova inequívoca de existência de comunicações extraterrestres.
Por esse motivo, considera-se que o seu trabalho é pior “que procurar uma agulha num palheiro” e uma enorme perda de tempo, esforço e sobretudo dinheiro. Talvez por isso, a determinada altura, lhes tenha sido retirado o apoio financeiro governamental e passando o mesmo a ser privado.

 A NASA é uma agência civil Norte Americana de exploração espacial.
 Muitos dos seus programas espaciais são financiados pelo Orçamento da Defesa.
 A maioria dos Astronautas é sujeitos a regras de segurança militares rigorosas que os impedem de revelar informações consideradas “Top Secret”.
 As imagens, filmagens e provavelmente todas as comunicações via rádio são revistas pela NSA (Agência de Segurança Nacional).
 Existem declarações de Otto Binder, Dr. Garry Henderson e de Maurice Chatelain que confirmam que os Astronautas tinham ordens bastantes rigorosas e especificas para não discutir e revelar publicamente quaisquer avistamentos.


A NASA foi proibida pelo Congresso Americano de procurar o mesmo tipo de sinais evidências da existência de inteligência no espaço que a SETI tenta encontrar. Não podendo gastar tempo, recursos e dinheiro para tentar contactar outra civilização inteligente.

A pergunta que se coloca é se já terá acontecido o inverso. Essa eventualidade de vida ET inteligente ter contactado directa ou indirectamente a NASA ou outra Agência Espacial.

As perguntas que se colocam:

- O que é que a NASA disse ao Congresso sobre Ovnis?
- Será que se devem subestimar e ignorar todas as fotos e filmes de Ovnis?
- Será que o interesse dos militares no assunto deve ser ignorado?
- Todos os registos em radar das diversas Forças Aéreas devem ser ignorado?
- Até 1997, só a Força Aérea da Bélgica tinha mais de 400 registos, nos próprios radares, de fenómenos e objectos inexplicáveis. Serão todos falso alarme?

O Congresso Americano ignora a NASA, a Comunidade Científica e os Chefes dos Serviços Secretos. Será que chegou a altura dos políticos perceberem que esta é uma questão importante e que tem que ser devidamente estudada? Será que eles realmente acreditam que o Homem é a única espécie inteligente no Universo?

Discurso de Reagan na ONU
“ ...depressa desapareceriam as diferenças entre as diversas nações do mundo perante uma ameaça alienígena....”


Resumidamente descrevemos alguns avistamentos estranhos e descobertas insólitas feitas por astronautas durante as suas missões no espaço e na Lua…

Missões Mercury
Mercury Aurora 7 – foi tirada uma foto pelo astronauta, de um objecto estranho.

Mercury Faith 7 – sobre o Hawai foi detectada uma frequência de rádio onde se ouvia varias vozes que falavam num idioma desconhecido.
Ao passar sobre a Austrália foi avistado um ovni enorme que também foi detectado pela base espacial.

Missões Gemini
Gemini 4 – Foi avistado um objecto cilíndrico.


Gemini 7 – Foram avistados vários objectos luminosos.


Gemini 10 – Foram avistados vários objectos luminosos.


Gemini 11 – Foi avistado um objecto cilíndrico sobre Madagáscar.


Missões Lunar Orbiter

Lunar II – Em 1966 esta missão tirou várias fotos da região do Mar da Tranquilidade onde se podem ver várias colunas ou obeliscos as suas sombras projectadas no solo.


Lunar IV – Ao passar por uma região de Oceanus Procellarum detectou-se uma cratera com uma forma triangular bem definida e funda.


Lunar V – Das muitas fotos tiradas por esta missão destaca-se a foto nº 168-H2 tirada a 172 km da superfície, no dia 17 de Agosto de 1968.
Podem se ver dois objectos bem distintos, com uma forma esférica que se deslocam na superfície e que deixam um rasto no solo.


Missões Apollo

Apollo 8 – Foram fotografados vários objectos com forma de disco em orbita lunar.


Apollo 11 – foram avistados pelos astronautas vários ovnis alinhados dentro de uma cratera.
Ao longo da missão houve vários avistamentos de objectos luminosos que pareciam que acompanhavam os astronautas. Por vezes passavam por eles a baixa altitude.
Também foram tiradas varias fotos destes objectos.


Apollo 12 – Um ovni seguiu esta missão o caminho todo até á Lua.
Ao chegarem perto da Lua, os astronautas viram-no desaparecer a uma “velocidade incrível”.

Apollo 13 – Durante a orbita lunar foram fotografados vários objectos luminosos.

Apollo 14 – Foram tiradas várias fotos a 100 km da superfície onde foram detectadas várias formações anormais, entre as quais, duas formas esféricas, algumas marcas em baixo relevo que se assemelham á letra H e uma formação que parece um hangar gigante.

Apollo 15 – Durante esta missão foram feitas varias fotos incluindo uma em que se pode ver um dos astronautas a manobrar um carro lunar.

Como pano de fundo estão umas colinas de onde surge um objecto em forma de disco.

Nesta foto pode se ver o resto deixado para trás á medida que o objecto se desloca em direcção ao espaço.
Noutra foto tirada sobre a cratera Tsiolkovsky, que tem cerca de 185 Kms de diâmetro, podem ver-se duas colunas ou obeliscos com vários Kms de altura.

Apollo 16 – Durante a orbita lunar foi fotografado sobre a cratera Lobachevsky uma coluna ou obelisco.

Apollo 17 – Nalgumas fotos podem se ver vários objectos que se deslocam no solo e que deixam um rasto bem definido.

Missão Discovery

A NASA declarou que se tratavam de cristais de gelo...
Porém, as fotos tiradas mostram estes objectos brilhantes a fazer movimentos bruscos, mudar de direcção, acelerar e abrandar, para seguidamente saírem da órbita da Terra em direcção ao espaço.
Se estes objectos eram mesmo cristais de gelo como declarou a NASA, seriam eles tripulados?...

Estruturas anómalas na superfície da Lua

As fotografias falam por si…
Quem já não ouviu falar da existência destas estruturas lunares?
O “shard” tem uma altura calculada de 1 milha e meia e a sua forma é retorcida e termina em cima com uma forma em cruz.

O “Castelo”, chamado assim pela sua forma.
É uma estrutura cristalina suspensa a algumas milhas acima da superfície da Lua.

Com uma observação mais detalhada ás fotografias originais, pode-se detectar uma espécie de cabo que faz a ligação desta estrutura com uma cúpula situada no solo lunar.

Tirando estas estruturas, foram detectadas também pilares com alturas variadas e que nos fazem lembrar os obeliscos egípcios, crateras com formas estranhas ( triangulares e rectangulares ), vestígios de ruínas com alguns km de extensão, cúpulas que parecem ter luz própria, etc.


















Artigo escrito por Cristina Cosmelli e Carla Batista
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