domingo, 3 de novembro de 2013

Nova descoberta sobre Stonehenge abre a porta para novos mistérios

Pesquisadores do Reino Unido finalmente solucionaram uma peça do quebra-cabeças de mistérios que constitui Stonehenge.

O Museu Nacional do País de Gales e a Universidade de Leicester identificaram a origem das rochas como sendo Craig Rhos-y-felin, localizada a mais de 160 quilômetros, no norte de Pembrokeshire. Mas esta descoberta, é claro, abriu a porta para outro mistério: Como e por que uma cultura da antiguidade esculpiria e transportaria pedras gigantescas à uma grande distância.

“Ser capaz de identificar a fonte das pedras que são significativas arqueologicamente é muito notável,” disse o Dr. Rob Ixer da Universidade de Leicester para a BBC. “Porém, dada a contínua perseverança, estamos determinados a descobrir a origem da maioria, se não de todas as pedras de Stonehenge…”

Este ano passado tivemos uma ampla gama de pesquisas e descobertas sobre Stonehenge, inclusive uma declaração no mês passado de que os adoradores do antigo monumento implantaram locais de adoração ao Sol naquela área.

Nos últimos nove meses, os pesquisadores compararam o conteúdo mineral e os relacionamentos das texturas das pedras encontradas em Stonehenge e finalmente conseguiram identificar o local de origem das mesmas. Noventa por cento das amostras combinavam com as rochas encontradas em Craig Rhos-y-felin, as quais diferem de todas as outras no sul do País de Gales.

Mais pesquisas permitirão que os cientistas finalmente compreendam como as pedras fizeram a longa jornada para Stonehenge entre 3000 e 1660 AC.

Algumas teorias especulam que as pedras foram transportadas sobre a água pelo Canal Bristo e o Rio Avon. Porém, recentes tentativas de recriar a jornada, finalizaram em fracasso.
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