quinta-feira, 23 de novembro de 2017

O que Aconteceu em Roanoke?

A primeira criança inglesa nascida nos EUA recebeu o nome de Virgínia Dare. Os pais haviam embarcado para o Novo Mundo com o grupo de pioneiros que desembarcou na ilha de Roanoke, na costa da Carolina do Norte, e Virgínia nasceu pouco depois, no dia 18 de agosto de 1587.
O navio que transportou os Dare para a nova pátria acabou retornando à Inglaterra com todos os homens a bordo, com exceção de dez. Esses homens foram deixados para dar início à colonização, mas, quando o navio seguinte chegou, não foram mais encontrados. O segundo navio também retornou à Inglaterra, dessa vez deixando cem pessoas para dar seqüência à colonização. Algum tempo depois, chegou mais um navio, e seus passageiros, novamente, deram com a ilha vazia.
Não havia vestígios de violência, luta, nem de sepulturas. Apenas a palavra "CRO" entalhada em uma árvore, e "CROATAN" entalhada em outra. Croatan, ilha localizada na costa da Carolina do Norte, era, aparentemente, o lugar onde o grupo de colonos resolvera se instalar. Contudo, o capitão do navio, temendo a falta de alimentos e a aproximação do inverno, decidiu rumar em direção às Antilhas e passar o inverno ali.
Quando o navio seguinte chegou à ilha de Croatan, os tripulantes também não encontraram nada, nem sinais de algum massacre de índios. Não havia sepulturas e, com exceção de histórias ocasionais, que falavam de crianças índias com cabelos "amarelos" e olhos azuis, nenhum dos 110 pioneiros jamais foi encontrado. Embora seja tema de numerosos boatos e lendas, o mistério jamais foi explicado.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

As Estranhas Criaturas da Austrália

Os himalaios têm seu próprio Yeti. E na Austrália, criaturas peludas semelhantes a macacos são conhecidas como yowie. Na verdade, de acordo com o naturalista local Rex Gilroy, a área de Blue Mountain, a oeste de Sydney, já foi palco de mais de 3 mil aparições dessas criaturas.
Em dezembro de 1979, Leo e Patrícia George resolveram se aventurar pelo lado oriental da Austrália, em busca de um local tranqüilo para um piquenique. Mas seu passeio de domingo foi subitamente interrompido quando eles viram a carcaça de um canguru mutilado.
- Além disso - declararam eles -, o aparente perpetrador da mutilação estava a apenas uns 12 metros de distância.
Eles descreveram uma criatura coberta de pêlos e "pelo menos com 3 metros de altura", que parou e olhou para eles, antes de finalmente procurar abrigo na vegetação.
O piquenique foi rapidamente cancelado, mas Gilroy ainda tem planos de montar uma expedição por conta própria e sair ao encalço do lendário animal.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

A Batalha dos Aliados

No início de agosto de 1951, duas cunhadas inglesas passavam férias na França, quando a tranqüilidade do sono foi interrompida por disparos de canhões. Não demorou muito tempo para perceberem que estavam ouvindo sons de uma guerra. O barulho continuou, interrompido aqui e ali, durante quase três horas.
No dia seguinte, quando as duas mulheres assustadas tentaram descobrir o que acontecera, ficaram chocadas com a notícia de que nenhuma batalha havia sido travada. Na realidade, ninguém mais ouvira nada.
No entanto, depois de uma investigação elas ficaram sabendo que estavam passando as férias em Puys, na praia perto de Dieppe, área ocupada e muito bem fortificada durante a Segunda Guerra Mundial. Ali, quase nove anos antes, os Aliados desencadearam uma invasão dispendiosa e sangrenta. Mais da metade dos 6 086 homens que chegaram à praia, no dia 19 de agosto de 1942, foram mortos, feridos ou capturados.
As inglesas ficaram sabendo que os sons que escutaram eram a reprodução auditiva quase exata daquela batalha, como se elas estivessem naquele hotel no momento em que a invasão aconteceu. Elas ouviram bombas e gritos de madrugada, "por volta das 4 horas", e o barulho parou abruptamente cinco minutos depois. O verdadeiro bombardeio começou às 3h47 e foi interrompido, de acordo com registros militares, às 4h50. Ambas ouviram bombardeios e os gritos dos homens, e então fez-se silêncio outra vez; novamente, os registros militares confirmaram que o bombardeio foi interrompido mais ou menos naquele horário, entre 5h07 e 5h40.
Todos os sons que elas escutaram combinam com os registros militares da batalha. É interessante notar que a batalha parou às 6 horas, o mesmo horário em que todos os ruídos foram interrompidos para as mulheres. No entanto, as cunhadas inglesas ouviram os gritos desesperados de homens feridos e moribundos por mais uma hora, gritos que foram ficando cada vez mais fracos, à medida que o tempo ia passando.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O Mistério do Avião Desaparecido

Muitos mistérios podem ser classificados em categorias específicas, sejam eles referentes a OVNIs, monstros surgidos de lagos, o Abominável Homem das Neves, ou poltergeists endiabrados. No entanto, em certas ocasiões, ocorre alguma coisa tão estranha e bizarra que estabelece uma nova categoria especial. Esse certamente parece ser o caso do desaparecimento - e da descoberta - de um Learjet, avião a jato perdido sobre o deserto egípcio a sudoeste do Cairo.
O avião já estava presumivelmente desaparecido no dia 11 de agosto de 1979, quando decolou de Atenas, com destino a Jeddah, mas não chegou ao seu destino.
A bordo do avião estavam o proprietário do aparelho, o armador libanês Ali Eldin al-Bahri, Peter Seime, um sueco especialista em petróleo, Theresa Drake e dois pilotos. O avião foi localizado por diversos radares, e tinha combustível suficiente para quatro horas de vôo, quando foi contatado pela última vez pela torre de controle do Cairo. Nenhum chamado de socorro foi ouvido.
Mas o Learjet nunca chegou a Jeddah. As forças aéreas do Egito e da Arábia Saudita montaram uma busca intensa ao longo da rota de vôo do avião, mas seus destroços não foram encontrados. A família de Al-Bahri gastou mais de 1,5 milhão de dólares contratando pesquisadores particulares, que o procuraram até no Quênia. Mesmo assim, nenhum Learjet foi encontrado.
No entanto, em fevereiro de 1987, uma equipe de arqueólogos encontrou o avião perdido, a 435 quilômetros a sudoeste do Cairo. A fuselagem estava intacta e não havia nenhum sinal de fogo, embora uma asa estivesse a cerca de 1,5 quilômetro do local principal. Beduínos haviam, aparentemente, encontrado o jato alguns anos antes e tinham depenado seu interior.
À primeira vista, não havia restos de seres humanos a bordo. Uma inspeção mais aprofundada, todavia, revelou ossos humanos moídos, quase pulverizados, empilhados no piso do avião.
- O maior desses ossos - disse Tom, pai de Theresa Drake -, não era maior do que um polegar.
O professor Michael Day, osteólogo do Saint Thomas Hospital, em Londres, achou que os ossos deveriam estar quase intactos.
- Em oito anos, eles certamente não deveriam ter começado a se desintegrar. Nem mesmo animais ferozes teriam deixado fragmentos tão diminutos - disse Day.

domingo, 19 de novembro de 2017

Em Águas Profundas

As pessoas que visitam o Museu Topkapi, em Istambul, Turquia, são informadas das crueldades e dos perigos da época em que o Topkapi, construído no alto de um penhasco sobre o Bósforo, era o palácio imperial do sultanato turco. Os sultões da Turquia, como os imperadores romanos, exerciam poder de vida e morte sobre seus súditos. Uma das lendas mais desalentadoras a respeito desse arbítrio refere-se ao que acontecia às concubinas imperiais que, infiéis ou insolentes, desagradavam o sultão.
"Abdul, o Maldito", foi governante especialmente notório. Suas infelizes concubinas eram colocadas vivas dentro de um saco cheio de pedras e atiradas nas águas do Bósforo. Contudo, elas não desapareceram totalmente. Anos mais tarde, mergulhadores que trabalhavam em águas profundas nas proximidades do palácio encontraram esses sacos em pé, no fundo do mar, balançando de um lado para outro, como se estivessem vivos, nas frias águas da corrente.
Em 1957, um episódio submarino ainda mais assustador foi vivido por mergulhadores da Tchecoslováquia, no local chamado Lago do Diabo. Os mergulhadores estavam à procura do corpo de um jovem que, presumivelmente, teria morrido afogado quando trafegava com seu barco no lago.
O que eles encontraram, no entanto, em águas profundas, não foi um cadáver mas vários, e nem todos eram seres humanos. Havia soldados vestidos com uniformes de combate, alguns sentados em caminhões ou em carretas de munições, e muitos dos cavalos ainda em pé, com arreios. Homens, veículos e animais era tudo o que restava de uma unidade da artilharia alemã que, atravessando o gelo durante a retirada germânica na Segunda Guerra Mundial, afundara devido à ruptura da camada de gelo, provavelmente sob bombardeio, e acabara no fundo do lago. As águas extremamente frias e profundas os preservaram por doze anos, em posição e prontos para o combate - porém mortos.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

sábado, 18 de novembro de 2017

O Homem que Não Podia Ser Enforcado

Nos degraus do cadafalso erigido para sua execução, o carrasco perguntou a John Lee se ele tinha um último pedido a fazer, antes de morrer.
- Não - respondeu. - Vamos logo com isso.
A data era 23 de fevereiro de 1885, e Lee estava para ser enforcado pelo assassinato de sua empregadora, Emma Ann Keyes, de Exeter, Inglaterra, que fora encontrada com a garganta cortada e a cabeça esmagada por uma machadinha. Agora a justiça estava para ser feita. O carrasco enfiou um saco na cabeça de Lee e apertou o nó corrediço em seu pescoço. Em seguida, deu o sinal para que fosse aberto o alçapão. Nada aconteceu.
O nó corrediço foi tirado do pescoço de Lee, e o mecanismo do alçapão examinado, em busca de defeitos. Nada de errado foi encontrado. Então, o prisioneiro foi colocado diante do carrasco outra vez. A ordem foi dada e, novamente, o mecanismo não funcionou. Dessa vez, as bordas do alçapão foram aplainadas para assegurar um funcionamento perfeito. Mas, pela terceira e, finalmente, quarta vez, o alçapão recusou-se a se abrir.
Sem saber o que fazer, o xerife levou Lee de volta a sua cela. O caso chegou às primeiras páginas dos jornais e até mesmo a Câmara dos Comuns uniu-se aos debates sobre o que fazer com "o homem que não podia ser enforcado".
Finalmente, a pena de Lee foi comutada para prisão perpétua. Depois de 22 anos atrás das grades, o homem de mais sorte do mundo foi posto em liberdade condicional, em dezembro de 1907.
Lee viveu pelo menos outros 35 anos, e parece que morreu em Londres em 1943. Embora sua milagrosa fuga do laço do carrasco tenha sido freqüentemente ressuscitada por repórteres, que gostam do fantástico e do inusitado, nenhuma explicação satisfatória jamais foi encontrada para a alçapão defeituoso.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O Fantasma da Freira

A residência paroquial de Borley, em Essex, Inglaterra, foi constantemente perturbada, desde o início de sua existência, na segunda metade do século 19. Talvez a aparência fantasmagórica - com seus trinta quartos, a construção era considerada uma monstruosidade arquitetônica - cooperasse para os estranhos eventos. Seus primeiros habitantes, o reverendo Henry Dawson Ellis Buli, sua mulher e catorze filhos, contaram muitas histórias relativas a ruídos estranhos e à freqüente aparição do fantasma de uma freira.
Após a morte de Henry, o filho mais velho, Harry Buli, assumiu a residência paroquial de 1892 até 1927, e os inusitados acontecimentos continuaram. O fantasma da freira passou a ser visto com tamanha freqüência que a área onde ela aparecia veio a ser chamada de Passeio da Freira. Algumas pessoas chegaram a afirmar que viram um cocheiro sem cabeça em uma carruagem puxada por cavalos que soltavam fogo pelas narinas.
Os habitantes que vieram após, o reverendo e a sra. G. Eric Smith, ficaram ali apenas alguns meses, alegando que os bizarros fenômenos eram o motivo da mudança.
Finalmente, o reverendo Lionel Foyster, sua mulher Marianne e a filha chegaram à residência paroquial. As histórias continuaram, com Marianne insistindo que um fantasma a esbofeteara no rosto e a atirara para fora da cama.
Com o objetivo de investigar, o Laboratório Nacional Britânico de Pesquisas Psíquicas interveio. Seu fundador, Harry Price, colocou anúncio no Times de Londres à procura de pessoas que quisessem fazer vigília na residência paroquial mal-assombrada. O anúncio exigia que os observadores fossem imparciais, críticos e inteligentes, e Price levou quarenta deles até a casa. Novamente, eles declararam ter visto objetos se movimentarem e ouvido ruídos inexplicáveis.
O comandante A. B. Campbell disse ter sido atingido por um sabão em pedra, e outro homem, o filósofo C. E. M. Joad, afirmou ter visto o nível do termômetro descer dez graus, sem qualquer motivo aparente.
Seguiram-se muitas controvérsias. Quando os Foyster saíram em férias, o próprio Price mudou-se para a casa e relatou grande variedade de fenômenos, suficientes para escrever um livro. No entanto, após sua morte, os críticos disseram que Price inventara alguns dos eventos e exagerara outros.
A história ficou mais interessante depois que um incêndio destruiu completamente a residência paroquial, em 1939. O reverendo W. J. Phythian-Adams, cônego de Carlisle, no Canadá, sugeriu que a freira tantas vezes vista não era inglesa, como sempre se acreditara, mas francesa. Uma mulher chamada Marie Lurie, segundo constava, abandonara o convento para viver com seu amante no século 18. Fugiram para a Inglaterra, porém o amante voltou-se contra ela e a estrangulou. Acredita-se que ele a tenha enterrado no porão da casa que ocupava as terras de Borley, antes da construção da residência paroquial.
Depois do incêndio, os homens que se dedicavam aos trabalhos de escavação descobriram a sepultura, que continha apenas algumas medalhas religiosas e o crânio de uma mulher.
A destruição da casa parece ter eliminado os passeios macabros da freira, mas a história não termina aí. Os membros de um grupo que tentava realizar, recentemente, estudos científicos naquele local, ouviram ruídos esquisitos e inexplicáveis durante a noite, registraram súbita variação na temperatura, viram luzes de origem desconhecida e sentiram odores estranhos.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Pirilampos

Os homens da era vitoriana, conhecidos por seu senso de aventura, sempre encontravam coisas em suas viagens pelo mundo, que ainda permanecem sem explicação. Em 1895, por exemplo, enquanto explorava o Protetorado da Nigéria e a região do Gabão, na África, Mary Kingsley acampou no lago Ncovi, entre os rios Ogowe e Rembwe.
Em seu livro, Travels in West África, Mary Kingsley conta como pegou sua canoa sozinha uma noite para tomar um banho.
Floresta adentro, na margem oposta do lago, surgiu uma bola violeta do tamanho de uma pequena laranja. Quando chegou à areia da praia, ela pairou por uns instantes e ficou indo para a frente e para trás sobre o solo.
Em uma questão de minutos, uma outra bola de luz violeta juntou-se à primeira, sendo que essa segunda veio de trás de uma das ilhotas. Os dois pequenos globos de luz então começaram a brincar de pegador, avançando e circulando entre si.
Mary Kingsley encostou seu barco na margem, mas uma das luzes desapareceu na vegetação e a outra passou para o outro lado do lago. Seguindo em sua canoa, Mary ficou surpresa quando a aparição violeta de repente afundou nas águas do lago.
- Pude ver seu brilho - disse -, até que ela desapareceu nas profundezas da água.
A intrépida Mary Kingsley pensou que o fenômeno pudesse ser uma espécie rara de inseto. Mas os nativos entrevistados por ela referiram-se à luz como um aku, ou demônio. Inseto, demônio ou mesmo gás do pântano, o fato é que o fenômeno continua até hoje sem explicação.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

OVNI Presidencial

- Estou convencido da existência dos OVNIs, porque tive a oportunidade de ver um deles.
Quem está falando? Nada menos do que James Earl Carter, Jr., ex-oficial da Marinha diplomado em física nuclear e presidente dos EUA de 1976 a 1980.
A visão de Carter ocorreu durante seu mandato como senador pela Geórgia, no dia 6 de janeiro de 1969, na companhia de uma dezena de membros do Leary Lions Club. O grupo aguardava o início de um discurso, quando um dos membros notou o objeto brilhante que pairava a baixa altura no céu, a oeste.
- Foi a coisa mais incrível que já vi - revelou Carter. - Era grande, muito brilhante, mudava de cores, e devia ter o tamanho aproxima do da Lua.
Ele observou aquele objeto durante dez minutos, porém nenhuma daquelas pessoas conseguiu imaginar o que poderia ser.
- Uma coisa é certa - acrescentou Carter. - Jamais rirei de pessoas que afirmam já ter visto objetos voadores não identificados no céu.
Seis meses após sua eleição como presidente, em resposta à pressão do público e para pagar uma promessa feita durante a campanha, Carter pediu ao dr. Frank Press, seu assessor para assuntos científicos, que perguntasse à NASA (Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço) sobre a possibilidade de reavaliar o fenômeno dos OVNIs. Embora tenha se recusado a abrir nova investigação, o administrador da NASA, dr. Robert Frosch, declarou:
- Se algum elemento novo ou prova concreta for trazido a nossa atenção no futuro, será inteiramente apropriado para um laboratório da NASA analisar e fazer um relatório sobre a amostra inexplicada ou inorgânica. Estamos prontos para agir positivamente a qualquer prova física de fontes dignas de crédito. Pretendemos deixar as portas abertas para tais possibilidades.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Vice-Versa

Allan Falby era capitão da County Highway Patrol de El Paso, Texas, nos anos 30, quando colidiu sua moto contra um caminhão em alta velocidade e quase morreu. Sua vida esvaía-se lentamente por uma artéria rompida em sua perna quando um transeunte, Alfred Smith, parou para prestar-lhe socorro. Smith amarrou a perna que sangrava e Falby sobreviveu, embora somente alguns meses depois tenha se recuperado totalmente para reassumir seu cargo.
Cinco anos mais tarde, foi Falby quem chegou ao local de um outro acidente na área. Um homem batera seu carro contra uma árvore e sangrava profusamente por uma artéria rompida em sua perna direita. Antes da chegada da ambulância, Falby conseguiu amarrar um torniquete e salvar a vida do homem. Só então é que percebeu que a vítima era seu próprio salvador de cinco anos atrás, Alfred Smith. Falby comentou sobre o incidente como um verdadeiro profissional: - Isso prova que um bom torniquete merece outro.

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