quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O Galho de Pessegueiro que Descobria Água

Os altos funcionários da Gates Rubber Company, em Jefferson, Carolina do Norte, ficaram apavorados quando souberam que vazamentos na rede de encanamentos da cidade ameaçavam prejudicar o fornecimento de água à fábrica. Desesperados, e em busca de novas fontes, eles contrataram uma empresa especializada em sondas e abertura de poços, que levou ao local equipamentos no valor de 350 mil dólares. Mesmo com todo esse aparato, não conseguiram encontrar água.
Então, em setembro de 1983, Don Witherspoon, pedreiro aposentado de 80 anos, entrou em cena, com um galho de pessegueiro que mais parecia um estilingue. Ele disse que já vinha encontrando água havia 38 anos, e que tinha certeza de poder fazê-lo de novo.
Don caminhou de um lado para outro no terreno da companhia até que o galho, de repente, se curvou e apontou para o chão. A pouca distância dali, repetiu aquele estranho movimento.
A companhia encontrou água nos dois lugares - na realidade, foi tanta a água que, em breve, a vazão chegava a setenta galões por minuto, quase eliminando a necessidade de fornecimento pela empresa pública municipal.
- Pode parecer "bruxaria", mas aparentemente a coisa deu certo - declarou Richard Thurston, gerente da fábrica. - Tudo o que sei e que encontramos água e estamos satisfeitos. Witherspoon disse que não sabia como explicar tal habilidade.
- Para falar a verdade - revelou -, acho que é um dom. Eu também não acreditava no galho de pessegueiro... até que o experimentei a primeira vez.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

'Venha me Encontrar'

Mary L. Cousett, 27 anos, de Peoria, Illinois, desapareceu em um dia de abril de 1983. A polícia concluiu que ela fora assassinada, e o namorado, Stanley Holliday Jr., acabou sendo preso. Mas como o corpo não foi encontrado, as autoridades não puderam levá-lo a julgamento.
Finalmente, depois que todos os outros meios haviam falhado, a polícia de Madison County levou o caso a Greta Alexander de Delavan, também do Estado de Illinois. Greta Alexander, uma médium, forneceu uma descrição detalhada de onde estava o corpo de Mary. Disse ela que o cadáver seria encontrado perto de um aterro, uma ponte e um rio. Uma igreja e sal teriam algo que ver com a descoberta. O corpo teria folhas a seu redor. Parte de uma perna estaria faltando. A cabeça seria localizada a alguma distância dali.
Um homem "com mão ruim" descobriria o cadáver. A inicial "S" estaria envolvida no caso e o corpo seria encontrado perto de determinada estrada importante.
No dia 12 de novembro, o policial Steve Trew, que tinha um ferimento na mão, descobriu os restos mortais de Mary perto de um aterro, nas proximidades de uma ponte sobre o rio Mackinaw, a 800 metros de distância de uma igreja e na margem oposta de uma estrada que levava a um depósito de sal. O corpo estava em cova rasa coberto por folhas. Faltava o pé direito, e o crânio, aparentemente removido por animais, estava a 3 metros do resto do corpo.
O investigador William Fitzgerald, de Alton, declarou aos repórteres que 22 previsões de Greta Alexander estavam totalmente corretas.
- Essa mulher queria ser realmente encontrada - disse a médium. - O espírito nunca morre; ele sobrevive. Ela estava dizendo: "Estou aqui. Venha me encontrar".

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

sábado, 13 de janeiro de 2018

Ausência Extra-Sensorial

Distúrbios neurológicos podem fazer com que as pessoas relatem experiências esquisitas. Pequenas lesões nos lóbulos temporais do cérebro, por exemplo, podem fazer com que uma pessoa sinta estranhos odores, ouça sons bizarros, tenha arrebatadores sentimentos místicos, e até veja fantasmas.
Fascinante aparição resultante de epilepsia - doença nervosa crônica provocada por paratividade elétrica anormal - foi relatada pelo psiquiatra escocês James McHarg, em 1976. Ele informou que certa paciente epiléptica visitava uma amiga em 1969, quando sofreu ausência, episódio muito breve de alheamento completo do meio ambiente. Primeiro, ela sentiu um odor de leite azedo, então tudo a seu redor se tornou "irreal" e, finalmente, viu um fantasma. A figura parecia ser uma mulher com cabelos macios e castanhos, ao lado do fogareiro, em um dos cantos da cozinha. A figura permaneceu ali apenas temporariamente e desapareceu de vista assim que terminou a ausência.
A paciente relatou o que vira à dona da casa, que ficou fascinada com a história. Embora a cozinha da amiga não tivesse nenhum fogareiro, antigamente havia um colocado lá, exatamente onde a paciente indicara tê-lo visto. Além disso, fazendo o levantamento da casa, a anfitriã descobriu que a figura provavelmente representava uma das irmãs que havia anteriormente morado ali. Quando a paciente viu uma foto dela com as irmãs, imediatamente reconheceu a mulher que vira na cozinha.
Será que essa paciente viu um fantasma de verdade? Não é provável, de acordo com o dr. McHarg, pois a mulher da visão ainda estava viva.
- Não obstante - finalizou ele -, a manifestação da ausência provavelmente abriu a mente de minha paciente para influências extra-sensoriais, que entraram em ação e influenciaram o que ela viu.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

A Quarta Morte de Musyoka Mututa

Musyoka Mututa, de Kitui, Quênia, foi sepultado em setembro de 1985. Seu irmão Timothy disse que o corpo ficara insepulto durante dois dias.
- Demoramos dois dias para enterrá-lo, aguardando alguma eventualidade, embora não esperássemos mais nenhum milagre - declarou ele. - Meu irmão disse que a quarta vez seria definitiva.
Embora fosse apenas um humilde pastor, Mututa, conhecido como "o homem que enganou a morte", era uma verdadeira lenda no Quênia.
A primeira "morte" ocorreu quando ele tinha apenas 3 anos de idade. Ao ser enterrado, gritou e foi rapidamente trazido para a superfície.
Quando completou 19 anos, Mututa desapareceu. Seis dias depois, uma equipe de busca encontrou-lhe o corpo aparentemente sem vida em um campo. No cemitério, quando o caixão estava sendo baixado, amigos e familiares ficaram apavorados ao verem a tampa começar a se abrir. Ele havia "voltado à vida".
Ele "morreu" outra vez em maio de 1985, após uma breve doença. Um cirurgião atestou a morte. Seu corpo foi velado por um dia, mas, antes do enterro, Mututa levantou-se e pediu água.
Declarou ele que, durante cada uma das três "mortes", sua alma deixava o corpo e subia aos céus, onde os anjos lhe explicavam que tinha havido "um caso de troca de identidade" e devolviam-no à Terra.
Ao que parece, na quarta tentativa eles pegaram o homem certo.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Um Hino para o Titanic

Em uma manhã de domingo, o reverendo Charles Morgan, ministro da Igreja Metodista Rosedale, em Winnipeg, Manitoba, Canadá, chegou cedo para as preparações dos serviços religiosos daquela noite. Antes de entrar em seu gabinete, ele separou os hinos que seriam entoados e dedicou-se a outros preparativos.
Feito isso, retirou-se para o gabinete e decidiu tirar uma soneca até a hora dos serviços religiosos. Assim que caiu no sono, começou a ter um sonho vívido, que misturava escuridão com o som de enormes ondas. Acima daquele ruído contínuo, um coro entoava um velho hino que o reverendo Morgan não ouvia fazia anos.
O sonho foi tão perturbador que o ministro acordou com o hino ecoando em seu ouvido. Consultou o relógio e viu que ainda dispunha de tempo para dormir mais um pouco, o que ele fez - imaginando, incorretamente, que o breve tempo desperto havia limpado sua mente da visão perturbadora.
Assim que tornou a dormir, o sonho voltou: as águas violentas, a escuridão profunda, o velho hino. Morgan acordou de repente, estranhamente indisposto. Por fim, levantou, caminhou pela igreja vazia e colocou um novo número de hino no quadro.
Quando os serviços religiosos tiveram início, a congregação cantou o hino que perturbara os sonhos de Morgan - um hino estranho para se cantar em uma igreja localizada a milhares de quilômetros do oceano, cujas palavras pediam a Deus que ouvisse as orações por aqueles que estavam em perigo no mar. Ao ouvir as palavras, Morgan sentiu os olhos ficarem cheio de lágrimas.
Pouco tempo depois, o ministro soube que no momento em que os congregados cantavam o hino, uma grande tragédia ocorria no oceano. Era o dia 14 de abril de 1912, e longe dali, no Atlântico Norte, o Titanic afundava.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

domingo, 7 de janeiro de 2018

O Poltergeist de Annemarie

Quando os eventos aconteceram no escritório de um advogado em Rosenheim, Alemanha, em 1967, foi uma verdadeira versão paranormal do touro em uma loja de porcelanas. Embora Rosenheim seja, normalmente, uma cidade tranqüila e monótona, algo começou a sair da rotina no escritório do advogado. Algum fenômeno passou a fazer com que os telefones ficassem malucos, fusíveis queimassem, além de outros problemas de eletricidade. Em pouco tempo, luzes começaram a acender e apagar; lâmpadas explodiram sem qualquer motivo aparente; e os telefones tocaram sem uma causa lógica.
Os funcionários do escritório não sabiam o que fazer. Assim, começaram pelo que lhes pareceu mais óbvio: solicitaram a presença de especialistas da companhia local de eletricidade. Os técnicos inspecionaram todos os fusíveis, a fiação e a fonte de força, mas não conseguiram encontrar nenhuma causa natural para o problema. Chegaram mesmo a cortar o fornecimento de energia elétrica do prédio e ligaram a unidade de emergência para fornecer eletricidade ao escritório. Esses procedimentos não espantaram o fantasma, e os distúrbios prosseguiram.
Finalmente, o renomado parapsicólogo alemão Hans Bender foi chamado a intervir. Bender, o principal caça-fantasma do país, rapidamente diagnosticou o problema como um poltergeist - tipo de fantasma que costuma atirar coisas dentro de casa, movimentar móveis, jogar pedras e provocar incêndios. Diferentemente dos fantasmas convencionais, que infestam um lugar em especial, os poltergeists normalmente resolvem atormentar uma pessoa. E não demorou muito para que Bender descobrisse o alvo humano dos ataques: Annemarie Schnabel, adolescente que trabalhava no escritório. Às vezes, os distúrbios ocorriam tão logo ela chegava para trabalhar.
- Quando essa garota caminhava pelos corredores, as lâmpadas atrás dela começavam a balançar - informou Bender. - Se as lâmpadas explodiam, os fragmentos voavam na direção dela. Pouco depois, os quadros começavam a balançar e a virar, gavetas passavam a se abrir sozinhas, documentos ficavam fora do lugar. No entanto, quando Annemarie foi forçada a passar alguns dias fora do escritório, nada aconteceu. E quando ela saiu para trabalhar em outro lugar, os distúrbios não voltaram a ocorrer, embora eventos similares, menos óbvios, começassem a acontecer durante algum tempo no novo escritório.
A partir do momento em que Annemarie foi embora, o escritório de advocacia começou a ser perturbado por fantasmas mais convencionais. Quando os jornalistas chegaram ao escritório, por exemplo, várias testemunhas viram uma materialização vaporosa, parecida com um braço humano, aparecer na saída de ar junto ao chão. A materialização voou até a janela, onde foi de encontro a um quadro, que ficou inclinado. Felizmente, os gritos das pessoas que estavam vendo tudo alertaram a equipe de filmagem, e eles puderam captar os movimentos do quadro.
Qual teria sido a causa do poltergeist de Rosenheim? De acordo com Bender, foi a própria Annemarie. Ela era uma garota infeliz, com muitas frustrações por causa do trabalho e da vida romântica, conforme suas próprias declarações.
- Sem dúvida - concluiu o parapsicólogo -, a hostilidade reprimida de Annemarie permaneceu agitada em sua mente inconsciente, até ser expelida com violência em forma de poltergeist.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

O Mistério do S.S. Iron Mountain

Nada parecia anormal em junho de 1872, quando o navio Iron Mountain zarpou de Vicksburg. A tripulação estava completa, a carga de fardos de algodão e barris de melaço empilhadas no convés, e as barcaças rebocadas.
Alguns minutos mais tarde, o Iron Mountain fez uma curva, dirigindo-se para o norte, para seu destino - a cidade de Pittsburgh. O navio nunca mais voltou a ser visto.
O Iroquois Chief, um outro navio, navegava pelo rio naquela manhã, quando os tripulantes viram algumas barcaças descendo o rio. O barco conseguiu manobrar e evitar o choque com as barcaças, e então, imaginando que elas teriam se separado do navio rebocador, o comandante ordenou que fossem amarradas, e ficou esperando a chegada do rebocador, que nunca chegou.
O cabo das barcaças havia sido cortado, indicando que a tripulação do Iron Mountain tivera um problema: talvez as caldeiras se vissem prestes a explodir, talvez o navio estivesse para afundar. Por outro lado, não foram encontrados vestígios de destroços do barco ao longo do rio, assim como não havia nenhum sinal de sua carga, que teria manchado o rio em uma extensão de alguns quilômetros, se o navio tivesse afundado.
O mistério do Iron Mountain jamais chegou a ser solucionado.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

191: O Número Mortal

Em maio de 1979, um DC-10 da American Airlines espatifou-se nas proximidades do O'Hare Airport em Chicago, pouco depois de ter decolado para um vôo em direção à Califórnia. Entre as vítimas estava a escritora Judy Wax, cujo livro, Starting in the Middle, acabara de ser publicado.
O número do fatídico vôo era 191. E na página 191 do livro, Judy Wax falava sobre seu medo de voar.
Também em maio de 1979, a revista Chicago fez a resenha do livro e publicou uma foto da autora. Os leitores que levaram a página da revista para mais perto da luz puderam ver que na página anterior havia um anúncio de página inteira de vôo de um DC-10, da American Airlines, para a Califórnia.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Salvos do Incêndio

Às 22 horas de uma noite no início de 1978, Henry Sims, fazendeiro aposentado de 72 anos, voltou de um hospital da Flórida, onde a filha de 18 anos estava internada. Sua mulher Idellar ficara no hospital, e a outra filha, cinco netos e um amigo da família estavam dormindo na casa, quando ele chegou. Foi direto para a cama e logo adormeceu.
- Outra coisa que consigo me lembrar - revelou ele, posteriormente - é do sonho. Podia ver os dois filhos de meu cunhado - Paul e a irmã de 8 meses - vindo em minha direção. Ambos haviam morrido queimados em 1932, quando a casa deles, em Live Oak, Flórida, pegou fogo. No sonho, Paul, de quem me lembro claramente, estava caminhando em minha direção e dizendo: "Tio Henry, tio Henry". Eu jamais tivera um sonho como esse antes, e acordei de repente com um cheiro de fumaça nas narinas. O primeiro pensamento foi para meus netos - precisava tirar aquelas crianças da casa. Então, comecei a gritar.
Seus gritos acordaram as outras pessoas, que conseguiram sair da casa em chamas a tempo de se salvarem.
Frederick Lowe, tenente do Corpo de Bombeiros de Hialeah Heights, Flórida, afirmou:
- Milagrosamente, esse homem conseguiu acordar no momento certo. Mais dois minutos, e todos estariam mortos. 
- Deus não estava pronto para minha morte - concluiu Henry. - Foi Ele quem enviou Paul para me avisar do perigo, para que todos nós pudéssemos sair da casa em chamas.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

domingo, 31 de dezembro de 2017

O Poder Divino do Dalai-Lama

O local: a cidade hindu de Dharamsala, lar de muitos refugiados tibetanos. A data: 10 de março de 1973, dia em que os refugiados pranteavam a fuga do dalai-lama do Tibete. Mas como as tempestades caíam no Himalaia havia semanas, as comemorações pareciam destinadas ao fracasso. Como o tempo não parecia querer melhorar, os habitantes do lugar procuraram a ajuda de Gunsang Rinzing, velho lama temido e respeitado por seus poderes de controlar as condições climáticas. O trabalho do lama foi posteriormente descrito por David Read Barker, antropólogo que realizava pesquisas na Índia naquela ocasião.
Eram 20 horas - explicou o dr. Barker -, e Rinzing começou armando uma fogueira na chuva. Ele estava em estado de concentração, recitava mantras e a sadhana, sempre soprando uma cometa com a forma de fêmur humano e batendo o tambor de duas cabeças de um xamã. Depois de várias horas observando aquele homem a distância respeitosa, fomos dormir, certos de que o tempo seria tão horrível no dia seguinte quanto havia sido nos dias anteriores.
Na manhã seguinte - informou Barker -, a chuva diminuíra e estava apenas garoando e, por volta das 10 horas, transformara-se em frio nevoeiro em um círculo com raio de cerca de 150 metros. Em todos os outros lugares a chuva continuava a cair, porém os vários milhares de refugiados não se molharam nas seis horas em que permaneceram reunidos. Em determinado momento durante o discurso do dalai-lama, caiu violenta chuva de granizo, causando forte barulho nas casas de tetos de zinco, ao redor do local onde se realizava o festival, mas apenas algumas dezenas de pedras caíram sobre a multidão.
Catorze anos antes, quando da invasão do Tibete pelos chineses comunistas, e por ocasião da fuga do dalai-lama para a Índia, condições atmosféricas inesperadas asseguraram-lhe a chegada em segurança, atravessando o Himalaia. Enquanto aviões chineses tentavam encontrá-lo juntamente com seu séquito, denso nevoeiro providencialmente cobriu a área que ele estava atravessando, fazendo com que os viajantes ficassem completamente invisíveis no ar.
Para os tibetanos, naturalmente, a súbita visibilidade zero foi simplesmente uma prova do poder divino do dalai-lama sobre o tempo.

Charles Berlitz
O livro dos Fenómenos Estranhos

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