segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

É um rio com cobras gigantes – ou apenas um trabalho de Photoshop?


O Daily Telegraph mostrou aos seus leitores a fotografia do que parece ser uma serpente gigantesca no seu habitat, um rio tropical, numa ilha do Sudeste Asiático, “provocando uma grande preocupação entre as comunidades locais”. O Guardian, jornal rival, declarou ser uma farsa dizendo que a cobra tinha sido “desenhada por uma criança no pré-escolar.” O Mistério é que a lenda sobre uma cobra gigante existia na região desde sempre

Informação retirada daqui

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Três Horas de Música Tibetana

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O Espetáculo do Chão Espanhol - parte 3



Bender, depois de entrevistar muitas das testemunhas locais, ficou convencido de que os rostos eram de origem genuinamente paranormal. Também se deu conta, no entanto, de uma outra característica: tudo indicava que cada testemunha o visionava à sua maneira. O mesmo rosto parecia o de um jovem a uma pessoa e o de um velho a outra.

Alguns deles davam a impressão de ter sido construídos como um puzzle ou entreligados com outros rostos maiores. (Esta capacidade de uma linha ser vista de maneiras diferentes também é frequentemente observada no trabalho de artistas mediúnicos.)

Têm-se feito várias tentativas para apagar os rostos com detergente e esfregando-os com outros produtos, porém, eles continuam a aparecer, ressurgindo e decompondo-se aparentemente de acordo com alguma lei própria.

Embora Argumosa e Bender. tenham visitado Belmez várias vezes no decorrer dos meses seguintes, as suas investigações não produziram resultados conclusivos. No entanto, a «casa assombrada» tornara-se local de peregrinação para quem se interessava pelo oculto, e vinham pessoas de Espanha, França, Inglaterra e Alemanha para ver os rostos, que interpretavam ora como demoníacos ora como sagrados. 

Também traziam gravadores com os quais desejavam gravar sessões com os «espíritos», que esperavam encontrar a deambular pela casa. Realmente, fizeram-se muitas gravações fora do comum, entre elas uma pelo próprio Argumosa, na qual se podem ouvir gritos fortes, o barulho de muitas vozes a falar ao mesmo tempo e o som de gente a chorar. 

A gravação foi passada na casa de Carole Ramis, investigadora psíquica, em Barcelona, e esta considerou-a impressionantemente misteriosa. De facto, foi de opinião de que algo de muito grave devia ter ocorrido séculos antes naquela casa de Balmez, provavelmente relacionado com o cemitério que ficava por baixo. 

O certo é que continuava a não aparecer qualquer explicação inteiramente satisfatória para a questão dos rostos. Até os químicos que examinaram o cimento não conseguiram justificar o aparecimento dos misteriosos rostos de Belmez.

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Segredos da NASA - Episódio 6

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Os Dogons


Os dogons são habitantes de um país africano. Em lendas existentes há muitos séculos, afirmam que seus ancestrais vieram de outros planetas. Os dogons, dizem ter vindo de um pequeno planeta próximo à estrela Sírius.

Essa história não passaria de lendas ou farsas sem importância se não se baseassem em informações extraídas de documentos arqueológicos e em informações só muito recentemente obtidas pela astronomia.

Um dos corpos celestes mais bonitos do Hemisfério Norte é a estrela Sírius, observada todos os anos com grande interesse pelos astrônomos, principalmente no inverno, quando brilha com mais intensidade.

Sírius é personagem de um dos enigmas mais discutidos entre as muitas fábulas que chegam ao universo das ciências: o mistério dos dogons, tribo que vive na África Ocidental.

Na década de 1940, os dogons revelaram muitos de seus conhecimentos tribais a dois antropólogos franceses que faziam estudos sobre aquele povo. Em meio a esses conhecimentos e lendas havia intrigantes referências a Sírius - não apenas à estrela visível, mas também a uma segunda estrela que existiria nas suas redondezas e ainda não havia sido descoberta pelo homem. Segundo as lendas seculares dos dogons, essa segunda estrela seria composta de um material extremamente denso ("todos os humanos juntos não conseguiriam carregá-la", diz a tradição dogon), embora fosse uma estrela muito pequena. Além disso, ainda de acordo com as lendas dogons, essa segunda estrela, próxima a Sírius, teria uma órbita de 50 anos em volta da sua estrela maior.

Além de fazer referências a esse pequeno mundo de onde teriam vindo seus antepassados, os dogons praticam uma dança milenar que representa em movimentos e fantasias a história da vinda de seus ancestrais para a Terra.

Esse intrigante mistério foi tema do livro O mistério de Sírius, lançado em 1976 por Robert Temple, pesquisador e escritor inglês. A tese te Temple nessa obra é que seres extraterrestres estiveram na Terra há cerca de 5 mil anos e revelaram muitos segredos da galáxia, entre eles as informações sobre a pequena estrela que gira ao redor de Sírius.

Os dogons reafirmam que esse conecimento existe há muitos séculos, tendo sido transmitido de geração em geração. Além das informações sobre a pequena estrela, os dogons contam detalhes sobre como seus antepassados vieram de lá.

As informações sobre a alta densidade da estrela só foram comprovadas recentemente, com o exame do seu espectro luminoso. Os modernos aparelhos de prospecção astronômica detectaram que a luz só se liberta daquela estrela após conseguir vencer seu violento campo gravitacional, gerado pela massa muita densa do pequeno corpo celeste. 

Fonte: O livro das Revelações. Eduardo Castor Borgonov

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Bisavó fantasma


Uma rapariga americana encontrou acidentalmente a sua avó numa fotografia tirada pela sua sobrinha com o seu telemóvel em agosto de 2009. A sua avó faleceu em 1990. A foto foi submetida a testes e o resultado: era a versão original, sem qualquer edição. Ninguém consegue explicar como o rosto aparece na foto. Fantasma?

Informação retirada daqui

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Harpa Tibetana

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O Espetáculo do Chão Espanhol - parte 2


O rosto que fora colocado por trás de vidro foi então examinado por um perito em arte, o Prof. Camón Aznar, que manifestou surpresa perante a subtileza com que a «pintura» fora executada, descrevendo-a como o retrato de um homem sobressaltado ou atónito, de lábios entreabertos. No entanto, durante as semanas que se seguiram as feições foram-se alterando e a expressão mudou, apresentando um certo ar de ironia.

Duas semanas depois de o chão da cozinha ter sido escavado e refeito, apareceu um terceiro rosto muito perto do sítio onde os dois primeiros haviam sido descobertos. Duas semanas mais tarde, apareceu um quarto, apresentando o primeiro, nitidamente, feições femininas. 

O Prof. Aznar, depois de examinar atentamente estes dois últimos rostos, opinou que eram exemplos de autêntico estilo expressionista. Oútros observadores, tais como o pintor Fernando Caldéron e o parapsicólogo Germán de Argumosa, consideraram tratar-se de obras de arte, produzidas paranormalmente.

O que é ainda mais estranho é que, pouco tempo depois de a quarta face aparecer, começaram a surgir rostos mais pequenos. Maria Pereira contou nove, enquanto o Prof. Argumosa, que assumira o estudo do caso entusiasticamente e se tornara seu investigador principal, chegou a registar dezoito.

Numa conferência internacional de parapsicologia realizada em Londres em 1977, Argumosa declarou que, no seu entender, o aparecimento dos rostos poderia resultar de algum tipo de actividade poltergeist produzida por espíritos perturbados. Embora as suas ideias não tenham sido formuladas com muita clareza, admitiu: «Fiquei estupefacto ao testemunhar a formação de algumas das faces a partir dos primeiros traços grosseiros, até se transformarem em imagens meticulosamente desenhadas.»

A 9 de Abril de 1972, Argumosa assistira à formação de um rosto durante um longo período de tempo. Outras das testemunhas presentes foram os jornalistas Rafael Alcala, do jornal Jaén, e Pedro Sagrario, do Pairia. «Custava a acreditar», escreveu Argumosa mais tarde, «como o rosto ia assumindo lentamente contornos diante dos nossos olhos estupefactos... 

Não posso deixar de admitir que o meu coração batia mais depressa do que o normal.» Pedro Sagrario também descreveu o que vira: «As linhas foram aparecendo a pouco e pouco, aparentemente desconexas, na parte do piso coberto de tijolos, acabando por se juntar e compor a "pintura" nítida e atractiva de um rosto. Este rosto foi fotografado várias vezes, mas, estranhamente, ao fim do dia desaparecera por completo.»

A certa altura, Argumosa convidou um parapsicólogo seu colega, o Prof. Hans Bender, do Freiburg Institute, na Alemanha, para o ajudar nas investigações. O especialista chegou a Belmez em Maio de 1972 e deparou-se-lhe uma situação caótica. Muita gente, incluindo vários sacerdotes, pintores, parapsicólogos e jornalistas, tinham testemunhado o fenómeno e cada um tinha uma teoria diferente para explicar a sua causa.

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Segredos da NASA - Episódio 5

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Mistérios Bizarros - A Grande Minhoca


A Grande Minhoca seria um terrível monstro subterrâneo parecido com uma gigante minhoca de mais de 4 metros. Supostamente, avistado no Uruguai e em regiões próximas da Amazónia, o animal faria túneis e teria grandes tentáculos a sair da sua cabeça.

Alguns cientistas especulam que esses poderiam ser cecílias gigantes, anfíbios da ordem Gymnophiona ou Apoda, à qual pertence também a cobra-cega.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Mistérios - Águas como lágrimas “derramam” no Muro das Lamentações em Jerusalém


Em julho de 2002, água em forma de lágrimas começou a escorrer de uma pedra de orações no famoso Muro das Lamentações em Jerusalém. Um grupo de arqueólogos afirmaram que era secreção das plantas, mas não encontram água nas mesmas numa pesquisa posterior.

Informação retirada daqui

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Arpa Celestial

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O Espetáculo do Chão Espanhol - parte 1


Tem-se conhecimento de que imagens misteriosamente aparecidas no chão de uma cozinha espanhola começaram lentamente a alterar-se e a deteriorar-se passado algum tempo, atraindo milhares de curiosos e deixando investigadores psíquicos perplexos.

Na manhã do dia 23 de Agosto de 1971, uma dona de casa da aldeia de Belmez de la Moraleda, no Sul de Espanha, entrou na cozinha e deparou-se-lhe, estupefacta, algo semelhante a um rosto, aparentemente pintado durante a noite no chão. Como não se tratava de uma aparição nem de uma alucinação, a dona de casa, uma camponesa simples chamada Maria Gómez Perei¬ra, só pôde deduzir que houvera um fenómeno para-normal em sua casa.

A notícia espalhou-se rapidamente. Não tardou que  todos os habitantes da aldeia ouvissem falar no estranho acontecimento e acorressem em massa à casa da  Rua Rodriguez Acosta para examinar o rosto. Parecia  um retrato de estilo expressionista e as feições como  que emergiam com toda a naturalidade de entre a  amálgama de cores espalhadas no chão de cimento. 

A certa altura, a família Pereira tentou depreciar a  extraordinária ocorrência, que ameaçava arruinar a vida  habitualmente pacata que levavam no seu dia-a-dia, optando por destruir a «pintura» misteriosa. Seis dias depois do aparecimento do rosto, Miguel, filho dos Pereira, arrancou o cimento do chão da cozinha e colocou nova camada.

Durante uma semana nada aconteceu, porém, a 8 de Setembro, Maria Pereira entrou na cozinha e voltou a deparar-se-lhe algo que fazia lembrar, estranhamente, um rosto humano, que começara a aparecer no cimento do chão, no mesmo sítio que o anterior. 

Dessa vez o contorno de um rosto masculino era ainda mais nítido do que antes. A partir daí tornou-se impossível conter as multidões de espectadores curiosos. Não havia dia em que não se formassem filas de pessoas em frente da casa, ansiosas por ver o «rosto do outro mundo». A imagem permaneceu no chão durante várias semanas e, embora não desaparecesse, as suas feições começaram a mudar lentamente, como se a cara estivesse a envelhecer ou a sofrer algum outro processo degenerativo. 

O presidente da Câmara de Belmez, reconhecendo a importância dos rostos, achou que pelo menos o segundo não devia ser destruído, mas sim cuidadosamente preservado, como se faria com uma obra de arte valiosa. A 2 de Novembro de 1971, uma multidão enorme viu recortar e retirar o rosto do chão, depois ser-lhe montado um vidro de protecção e, por fim, pendurarem-no na parede ao lado da lareira.

Nessa altura já a história do segundo rosto de Belmez passara muito para além dos muros da aldeia e a imprensa local publicara fotografias do mesmo. O pavimento da cozinha foi então levantado, para se ver se havia algo enterrado por baixo que pudesse explicar o aparecimento dos rostos. As escavações puseram a descoberto, a cerca de dois metros e meio de profundidade, uma série de ossos humanos. 

Esta descoberta satisfez os espíritas interessados nas imagens de Belmez, pois crêem que um espírito inquieto pode assombrar a casa onde o seu corpo está enterrado ou desencadear fenómenos poltergeist no local. Entretanto, a descoberta dos ossos não surpreendeu minimamente os habitantes de Belmez, porque era sobejamente sabido que a maioria das casas da Rua Rodriguez Acosta tinham sido construídas sobre o terreno de um antigo cemitério.

Retirado de "Contra toda a Lógica"
Orbis Publishing Limited
Círculo de Leitores

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Segredos da NASA - Episódio 4

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Mistérios Bizarros - Terrível monstro Dingonek


Relatos de monstros misteriosos aparecem em todo o mundo e um deles chama muito a atenção: o monstro Dingonek. Avistado em várias florestas do continente africano, o bicho teria mais de 4,5 metros e teria muitas escamas, de cabeça quadrada, com chifres e uma cauda venenosa.

Também conhecido como “Jungle Walrus”, o animal, quase mítico, é parecido com criaturas pintadas nas cavernas da África do Sul. Exploradores europeus que se aventuraram no continente africano, no fim do século 19 e começo do século 20, também descreveram o terrível animal matador de humanos, répteis e grandes mamíferos.
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