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segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Documentario sobre encontros com extraterrestres

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Cinco sinais de vida extraterrestre

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Vaticano acredita na possibilidade de existirem extraterrestres



A existência de vida noutros planetas não está apenas a ser estudada pela NASA. O Vaticano está também a investigar esta possibilidade. O astrónomo chefe da Igreja Católica afirma acreditar que existem extraterrestres, mas que nunca tiveram um encontro com Jesus Cristo. 

A descoberta de planetas semelhantes à Terra, pela NASA, incendiou a especulação sobre a existência de vida noutros planetas. O mesmo aconteceu no Vaticano que, se há 380 anos condenou Galileu Galilei por afirmar que a Terra não era o centro do universo, agora admite que é possível existir vida inteligente noutros planetas. 

Segundo o Daily Mail, os astrónomos do Observatório do Vaticano, que têm estudado o universo desde 1582, afirmaram que as novas descobertas científicas apontam para que as especulações sejam verdade, mas que é improvável que tenha havido uma segunda aparição de Jesus Cristo noutro lugar do Universo.
“A descoberta de vida inteligente não quer dizer que exista outro Jesus”, disse José Gabriel Funes, astrónomo chefe do Vaticano, em entrevista à AFP. “A incarnação do filho de Deus é um evento único na história da humanidade e do universo”.

O chefe de astronomia da Igreja afirmou também que a possibilidade de existir vida noutros planetas não contraria a ideologia católica. José Funes já tinha dito, em 2008, que que os humanos não deviam colocar limites à criatividade de Deus. 

Contudo, o padre duvida que os humanos tenham um encontro com uma civilização extraterrestre e que “alguma vez encontrem um Mr. Spock”. 

Os comentários de José Funes mostram a evolução da visão do Vaticano sobre a ciência. 

No ano passado, o Papa Francisco afirmou acreditar ter sido o Big Bang a criar a Terra, há 13 mil milhões de anos, fazendo “parte dos planos de Deus”. Em 1992, o Papa João Paulo II pediu desculpas publicamente pela condenação de Galileu Galilei, em 1633. 

Informação retirada daqui

Sinais que indicam que os Extraterrestres existem - Parte 16


Há décadas os cientistas tentam localizar formas de vida extraterrestres mandando sinais via rádio. Em 2004, eles observaram um sinal de rádio não identificado que fica cada vez mais forte, sugerindo que há seres tentando entrar em contato conosco 

Sinais que indicam que os Extraterrestres existem - Parte 15


Quando os astronautas pousaram na Lua na missão Apollo 11 observaram um objeto não identificado voando próximo do local em que estavam. Primeiro presumiram que era parte do foguete SIV- B, mas depois confirmaram que ele estava a 9.656 km de distância. Isto não foi explicado até os dias de hoje

Sinais que indicam que os Extraterrestres existem - Parte 14


No dia 1º de agosto de 1966, o jornal Erie Morning News noticiou que um UFO foi visto em Presque Isle State Park, na Pensilvânia, EUA. Uma mulher chamada Betty Klem disse ter visto uma forte luz que desceu à frente dela

Sinais que indicam que os Extraterrestres existem - Parte 13


De acordo com este argumento, nossa galáxia, a Via Láctea, contém mais de 400 biliões de estrelas e os cientistas acreditam que pelo menos metade tem um planeta girando em sua órbita. O astrónomo e astrofísico Dr. Frank Drake usou este número para sugerir a possibilidade de que em algum destes sistemas pode ter havido condições para a geração de vida 

Lugares cientificamente impossíveis que realmente existem - Triângulo das Bermudas

A ciência sugere que o Triângulo das Bermudas é um pouco mais do que um mito. Os pesquisadores racionais são inflexíveis em afirmar que isso é coisa de folclore, mas as dúvidas persistem e tudo parece possível. O Triângulo das Bermudas cobre uma enorme área no Oceano Atlântico Norte, abrangendo mais de 500.000 milhas quadradas.

Também é conhecido como o Triângulo do Diabo ou Beco do Furacão, já que inúmeros navios e aviões teriam desaparecido sem deixar rastro enquanto estiveram nesta área. Mas será que isto significa que a lenda é verdadeira? A ciência sugere que a lenda do Triângulo das Bermudas é um mistério manufaturado, perpetuado por escritores que, propositada ou inconscientemente, fizeram uso de conceitos errôneos, raciocínios errôneos e sensacionalismo. Uma explicação coloca a culpa nas sobras de tecnologia do mítico continente perdido da Atlântida quando outra diz que anomalias magnéticas locais incomuns podem existir na área, confundindo bússolas e levando navios a se perderem. Há também o mito de que tempestades violentas ocorrem nos triângulos, afundando as naves.

O Triângulo é uma das pistas de navegação mais movimentadas da Terra e os especialistas acham que não é incomum que embarcações se percam aqui de tempos em tempos. Mas ainda assim, aqueles que entram no Triângulo das Bermudas freqüentemente o fazem com uma profunda sensação de mal-estar, a lenda do triângulo que perdura e não provou estar totalmente errada.


Mistérios do universo que ninguém resolveu - A cidade perdida da Atlântida

Objecto de grande fascínio desde o tempo do filósofo grego Platão, há quase 2.500 anos, a cidade perdida da Atlântida foi descrita por Platão como um “reino poderoso e avançado, que se afundou, numa noite e num dia, no oceano cerca de 9.600 a.C.”.

Mas era verdade? Foi tudo baseado em rumores, aparentemente transmitidos pelo seu avô, a quem o estadista ateniense Sólon tinha contado a lenda desta ilha perdida?

Platão contou esta história várias vezes, e ela encontra-se no seu famoso diálogo, Critias. Nas Critias, descreve a Atlântida como uma ilha no Atlântico, perto do que é agora chamado o Estreito de Gibraltar. Os habitantes da Atlântida tornaram-se poderosos e, no processo, a sua ética declinou. Conquistando grande parte da África e da Europa, acabaram por ser repelidos por um exército liderado pelos atenienses.

Os deuses castigaram então a Atlântida com inundações e terramotos até esta se afundar no oceano.

Se a lenda for verdadeira, pensa-se que a ilha grega de Santorini, que está meio submersa após uma antiga erupção vulcânica e o tsunami resultante, poderia ser o que resta da Atlântida. Mas quem sabe? Será que os investigadores poderiam um dia encontrar mais provas? Ou será que Plutão contou uma história que desconcertou a humanidade durante 2.500 anos?